segunda-feira, 27 de maio de 2013

Sexo em cláusula

A tenista Maria Sharapova incorpora no contrato com o seu novo treinador, o alemão Dieter Kindlmann, uma cláusula sem precedentes no mundo do desporto: ele está proibido de ter relações sexuais com a russa.

Dieter Kindlmann é responsável por acompanhar a tenista Maria Sharapova nos seus torneios pelo mundo. Mas para poder aceitar o repto teve de assinar um contrato no qual se comprometia a não ter relações sexuais com a russa.
Esta foi a principal regra imposta pela equipa que gere a carreira da atual número 2 do ranking WTA a Kindlmann.
O treinador deve resistir aos encantos de Sharapova e não deve “distrair” a sua companheira dos treinos.
E apesar de, até agora, a sua tarefa ter sido bem sucedida, o antigo tenista, de 30 anos, afirma que nem sempre é fácil manter a distância.

sábado, 25 de maio de 2013

No Amor Começa-se Sempre a Zero

"Fazer um registo de propriedade é chato e difícil mas fazer uma declaração de amor ainda é pior. Ninguém sabe como. Não há minuta. Não há sequer um despachante ao qual o premente assunto se possa entregar. As declarações de amor têm de ser feitas pelo próprio. A experiência não serve de nada — por muitas declarações que já se tenham feito, cada uma é completamente diferente das anteriores. No amor, aliás, a experiência só demonstra uma coisa: que não tem nada que estar a demonstrar coisíssima nenhuma. É verdade — começa-se sempre do zero. Cada vez que uma pessoa se apaixona, regressa à suprema inocência, inépcia e barbárie da puberdade. Sobem-nos as bainhas das calças nas pernas e quando damos por nós estamos de calções. A experiência não serve de nada na luta contra o fogo do amor. Imaginem-se duas pessoas apanhadas no meio de um incêndio, sem poderem fugir, e veja-se o sentido que faria uma delas virar-se para a outra e dizer: «Ouve lá, tu que tens experiência de queimaduras do primeiro grau...» Pode ter-se sessenta anos. Mas no dia em que o peito sacode com as aurículas a brincar aos carrinhos-de-choque com os ventrículos, Deus Nosso Senhor carrega no grande botão «CLEAR» que mandou pôr na consola consoladora dos nossos corações. Esquece-se tudo. Que garfo usar com o peixe. Que flores comprar. Que palavras dizer. Que gravata com que raio de casaco hei-de usar? Sabe-se nada. Nicles. Olha-se para as mãos e parece uma cena de transformação dum filme de lobisomens — de onde outrora havia aqueles dedos tão ágeis e pianistas, brotam dez abortos de polegares. E o vinho entorna-se só de pensar nisso. E as solas dos sapatos passam a atrair magneticamente todos os excrementos caninos da cidade. E a voz que era toda FM Estéreo da Comercial quando vai para dizer «Gosto muito de ti» fica repentinamente Abelha Maia. Tenha-se 17 ou 71 anos, regressa-se automaticamente aos 13 — à terrível idade do Clearasil e das sensações como que de absorção. Quem se apaixona dá mesmo saltos no ar e diz «Uau!» quando o Pai deixa usar a pasta de dentes dele. Qual «ternura dos quarenta», qual bota da tropa cheia de minhocas! O amor é sempre uma anormalidade que provoca graves atrasos mentais. " Miguel Esteves Cardoso, in 'Os Meus Problemas' e é isto meus senhores...

sábado, 18 de maio de 2013

Legalizem a erva...

...não as bichonas! Quando as paridelas de conveniência começarem (a maior parte pagas ou no seio de casais semi-enganados) vai-se tornar um negócio ainda pior que a droga. O problema é que neste negócio vai-se estragar a vida a crianças, e não a consumidores voluntários. Vendo as coisas pelo lado positivo, a prima do Jeco vai ficar rica... Com carinho, um "Fodam-se" aos legisladores de pORTUGAL.

e é por isto que ainda n sei se quero ter uma moto!

sexta-feira, 10 de maio de 2013

às 6h!


Sentada estava a ouvir a conversa,
conversa essa que fazia de conta não ouvir,
falavam de amizades, de amores,
politica e dos seus dissabores.
Diziam a verdade, brincavam com a sociedade.
ao ver que a olhavam, disfarçava
enquanto fazia de conta,
olhava para a televisão.
O café estava quente mas a mesa fria.

Ambos sentados, frente a frente.
trocam olhares, trocam cliques,
Ao ouvi-lo discursar ela ficou curiosa,
Qual era aquele mundo fantástico!

Ele cantarolava, ela questionava...

São 6 horas e ela ainda não chegou!

terça-feira, 7 de maio de 2013

Juntemo-nos ao Valencia...

... na decadencia... Isto porque vai um gajo ver as estrondosas estatísticas geradas pela Google relativamente a este grandioso blog e eis que se depara com semelhante panorama nas palavras mais pesquisadas que trouxeram leitores a este antro, e isto só relativamente ao dia de hoje! O homenzinho do lapes azul ia ficar sem afia se nos encontrasse...

Mais cortes, mais cortes, mais cortes....na carninha, a gordura mantém-se...

Caros parolídeos, já todos estamos fartos de tanta austeridade que não parece levar o país a lado nenhum! As gorduras do estado mantém-se! As fundações/parcerias público-privadas, os lobbys energéticos, as aglomerações de obesos camarários-municipais, a política da cunha politiqueira, a viatura do estado bem gordinha, isto tudo faz justiça àquilo que alguma vez a Simara conseguiu ser!
Querem colocar os funcionários públicos a trabalhar 40 horas, se porventura alguns funcionários públicos já coçam a micose durante 35 horas semanais, nem quero imaginar o odor micótico que nos invadirá o nariz assim que entrarmos numa câmara municipal deste país.

O que fazer meus caros?
"Terminar com a austeridade" (diz tozé inseguro)
"Expulsar os agiotas" (reclama o camarada gerónimo)
"negociar os juros" (aponta Catarina martins)
"negociar os juros" (aponta Semedo) (é pá alguém diga ao bloco que isto de dois líderes é uma seca....)
"ganhar no dragão no próximo sabádo" (cala-te J. Jesus, não sabes o que dizes....)
"Imigrarmos todos ao mesmo tempo e deixarmos os políticos e lobbys sozinhos" (vocifera Metal)
"vender a Lixa à Robbialac" (explicita Escala-te)
"Burlar a Troika" (atraiçoa Judi)
"montar negócios de cremes para caracóis" (alucina Coitus)
"Tirar-lhes o estrado e deixa-los em contacto com o chão" (apela Valença)
"Escrever parvoíces no blogue Parolisia Cerebral à espera que a crise passe" (apregou eu)

Bem! tamos fodidos!